A infância realmente é algo excitante e inspirador… mas a partir de agora a coisa começa a ficar diferente. Tudo começou quando eu tinha 09 aninhos… é bem novinho. Passava muito tempo de minha infância junto de meus avós em um sítio no interior de São Paulo. Ficava lá muitas vezes Dezembro, Janeiro e Fevereiro. Voltava para a escola quase uma índia de tanto correr na terra, brincar, piscina, etc. Eu adorava!
A família sempre se reunia no sítio… iam e vinham e sempre ficava eu e meus avós. Eu nunca queria ir embora. Em um verão, meu primo ficou durante todas as férias por lá… e ele adorava brincar comigo. Ele tinha 13 anos e eu 09. Lembro que ficávamos horas e horas brincando de forte, comandos em ação e playmobil. Ele era um companheirão e devo admitir que perto dele me sentia um menino pois só brincava de coisas de menino com ele. Mas na hora de escolher os personagens na guerrinha do comandos em ação adivinha quem eu queria ser? A mulherzinha … Só tinha uma bonequinha e eu sempre ficava com ela. Até um dia ele falou: – Você tem que ser ela… E eu eu me realizei.
Minha avó gritava no final da tarde: – Meninos, para o banho já! E claro, hora do banho… ele sempre vinha me tocar de alguma forma. Passava sabonete no meu corpo… Jogava água em mim, e principalmente queria lutinhas violentas dentro do box. Um dia ele trancou a porta e nós ficávamos gritando no banheiro, brincando e dando risadas… e minha avó gritava: – Que tanta regaterice nesse banho? Tomem logo que a luz vai ficar cara e não tranquem a porta! Eu achava tudo muito engraçado…
Com o passar do tempo, chegava o verão e lá estávamos nós, inseparáveis e durante todo o ano não nos encontrávamos com frequencia. Neste ano, eu estava com 09 anos e ele com 13, resolvemos inventar uma brincadeira de carnaval. Estávamos assistindo o carnaval pela televisão e como sempre havia aqueles concursos de fantasias e eu adorava! Ficava reparando nas cores e dizia: – Gostei dessa, esta não, esta sim! E inventei de ficar desenhando fantasias… criando e inventando… meu primo que já percebia minhas preferências falou: – Vamos lá na horta se vestir com fantasias de folhas? Não precisei nem dizer que sim… Em segundos fomos para a horta que era afastada da casa e pegamos folhas de coqueiro, etc e vestíamos no corpo… achei o máximo.
Meu primo disse: – Então vamos fazer assim: tem que ter um homem e uma mulher… eu vou fazer o homem e você a mulher. Você tem que usar uma tanga enfiada igual a das mulheres e enrolamos uma folha nela, vou fazer em você, espera… Ele então tirou a minha roupa e enfiou minha cueca na bunda… eu estava gostando e muito! Mas não tinha uma malícia sexual, ao menos para mim. Em seguida, ele ficou pelado e disse: – Agora vc pega a folha e precisa fazer uma cueca para mim de folhas. Eu ingênuo fiz, e ao ir colocando as folhinhas e amarrando uma nas outras ele ficou com o seu membro duro e disse: – Tem que colocar a folha “aqui” também. Eu obedeci… mas estranhei, nem sabia o que estava acontecendo… simplismente era gostoso, era divertido e então eu fazia.
Ficamos nessa brincadeirinha por horas… e então voltamos para a casa, vestidos, claro. Não aconteceu nada de especial naquele dia na horta. Mas alguma coisa em mim, já havia mudado, eu não era mais o mesmo. Passei a olhar o corpo dos meninos de uma outra forma, com muito mais interesse. Foi natural o despertar desta vontade… Tudo acontecia lentamente… mas sempre havia uma intimidade e cumplicidade entre nós dois que eu adorava. Só tinha meu primo de amigo menino e não sabia como era a amizade entre dois meninos. Todos já me excluíam e diziam que eu era fresco, delicado. No futebol ninguém me escolhia e eu sempre dizia ao professor: estou com dor de barriga, não posso jogar. Sempre ficava sentado olhando, de canto, só eu… Claro que tinha vontade de ter amigos, de me aproximar, mas minha natureza já tentava se defender de coisas desagradáveis que eu já sabia que iriam acontecer.
Quando eu já tinha 10 anos e ele estava com 14 para 15 anos, nos encontramos novamente no verão. Eu ainda era a mesma pessoa mas ele, veio neste verão com um amigo da escola. Ele já estava bem diferente, falava de meninas, e andava o dia todo com o amigo e eu ficava em casa. Ele não se aproximava muito e numa manhã ele e o amigo disseram: – Vamos até a cachoeira tomar banho? Fomos. Na cachoeira, um dia maravilhoso e de natureza exuberante. Ficamos mergulhando e brincando a tarde toda e em um momento o amigo dele saiu da água e deitou na grama, dando uma dormida… um cochilo. Estávamos dentro da água e então ele se aproximou, me segurou pelo braço e me deu um beijo no rosto e em seguida um sorriso malicioso. Eu sorri também…
Neste verão foi onde tudo começou. Fiquei apaixonado e deixava a brincadeira acontecer. Mesmo porque era uma criança e não sabia o que era namorar, beijar, gostar de alguém. Eu apenas ia seguindo meus extintos e desejos secretos. No final da semana o amigo dele foi embora e meu primo ficaria mais dois dias no sítio. Foi então que ele voltou a se aproximar. Foi na hora do banho que ele disse: – Vamos brincar de médico e você é a enfermeira! Eu dava risada, meio tímido, mas gostava…
As brincadeiras começavam a ficar mais sensuais e íntimas… e eu sempre tocava o seu penis. Ele ficava nú e eu deveria examiná-lo. Ele me chamava de enfermeira e dava risadas e eu também…
Continua…